Revista eletrônica de divulgação holística. Artigos, crônicas e parábolas de abordagens científicas e espirituais. Um portal de acesso para o autoconhecimento, a meditação e a consciência de viver com plenitude no aqui e no agora.
VEJA SUA ALMA NO ESPELHO espelho alma estar em si - “Não posso acreditar: ainda hoje temos especialistas do corpo físico (médicos) e terapeutas que só tratam da alma, da psiquê (psicólogos), como se uma coisa fosse independente da outra!” Questionamentos em relação a esta separação entre corpo e alma, há séculos perpetuada por nossa cultura, são levantados por especialistas na abordagem holística da saúde. Mas […] Full view

"Não posso acreditar: ainda hoje temos especialistas do corpo físico (médicos) e terapeutas que só tratam da alma, da psiquê (psicólogos), como se uma coisa fosse independente da outra!" Questionamentos em relação a esta separação entre corpo e alma, há séculos perpetuada por nossa cultura, são levantados por especialistas na abordagem holística da saúde. Mas alem de colocar em cheque esta visão limitada, resgatamos dados preciosos da sabedoria oriental, descrevendo aqui as principais associações entre os órgãos e as funções da psiquê.

Você quer ver sua alma? Fique em frente de um espelho grande: o que você vê é a sua alma.

Lembra quando machuco o dedo, batendo com o martelo? Era seu corpo, porém você ficou incapaz de pensar em outra coisa por vários momentos. Emoções, percepções, memória, como dissociá-las do corpo?!

Mas como as emoções têm a ver com certas partes do corpo? Bem, nossos órgãos fazem um trabalho interno no organismo, mas também influenciam a forma como percebemos o mundo, da pele para fora. Então temos um corpo da pele para dentro, e a outra parte deste corpo existe da pele para fora.

A personalidade, a forma de ler a realidade, vêm do corpo. Como violão e música, são uma coisa só. E quem vem estudando essa relação de corpo e psiquê são os chineses. Faz 5000 anos que a observam.

Dos Paradigmas ao Amor

O intestino delgado, responsável pela assimilação dos nutrientes, influi sobre nossa aquisição de novas ideias. Um intestino delgado todo gorduroso, com mucosa suja, resulta não só em má assimilação, mas também em dificuldades de aprendizagem. Consequência: a pessoa não assimila novas noções, não muda de paradigma.

O coração a gente sabe que ele está ligado à emoção do amor. Quando está com capilares entupidos de queijo, as coronárias saturadas, ele não tem mais paz. A pessoa ri demais, faz piadas sem parar. Quando você limpa seu sangue com alimentação correta e vida nova, o coração fica bom e a paz volta, mesmo no meio da batalha. Quem tem paz no coração pode acolher os outros nele.

O estômago é quem digere "sapos e lagartos", tudo que "não dá pra engolir". A sabedoria popular observa há muito tempo a relação psiquê e órgãos, não só os chineses. E também a ciência pesquisou: se você for muito aborrecido, seu estômago, mesmo que vazio, irá jorrar um ácido concentrado, como se recebesse um pedaço de carne não mastigado, um "osso duro de roer". No sentido contrário, se você maltrata seu estômago com misturas impossíveis de alimentos, acaba também perdendo a paciência com as pessoas. Um estômago bem cuidado faz de você uma pessoa acolhedora para os outros, simpática. Você "digere" bem as pessoas mais diferentes. Algumas você quer até "comer".

Alem das Paranoias e Tristezas

O pâncreas, sócio do estômago, faz algo parecido, mas ligado ao intelecto. Ele analisa os detalhes do sangue. Do lado de fora, irá avaliar os detalhes do sangue externo: o dia-a-dia. Com o pâncreas sobrecarregado de toxinas você não confia em ninguém, duvida de tudo, se sente perseguido, começa a ter fobias, paranoia. Melhore o pâncreas e vai emprestar seu carro, confiando no amigo, confiando na vida. Um excesso de trabalho intelectual prejudica o pâncreas: vá andar, faça uma massagem, namore.

O pulmão serve para suspirar: tem o suspiro de tristeza e o suspiro de felicidade. Se tu pulmão se encher de mudo de tanto leite e açúcar, você se mantém num faixa de tristeza, até mudar e respirar aliviado.

Já o intestino grosso, sócio, sócio do pulmão, é o órgão do herói, da coragem. Dizemos "fazer das tripas coração". Quando o intestino está bem, forte, nos tornamos o herói do cotidiano, temos coragem para mudar o mundo. Começando pelo nosso. Mas também chamamos de "cagão" quem tem tanto pânico que relaxa os esfíncteres. Com o intestino bem cuidado iniciamos novas obras e terminamos ("evacuamos") as tarefas.

De Medos e Raivas

O medo, qual órgão o produz? Você já sabe: o rim. Lembre que também dizemos "mijão" a um medroso.O mesmo paralelo existe entre atividades no corpo "de dentro" e o corpo de fora: o rim filtra os líquidos do corpo. Se vier muita sujeira no sangue (alimentação, emoções) o rim fica sobrecarregado. Ele nos faz interpretar os líquidos de fora (os fluxos da realidade) como carregados de sujeira: começa o medo. Tive uma revelação: não existe situação alguma que mereça medo. É útil ser prudente, é bom estar preparado,está certo tomar precauções. Mas o medo nunca e útil, aquele medo que te paralisa. Se o medo está à frente, t bloqueando, coloque atrás, para te empurrar.

Com rins sossegados, livres de sujeira alimentar e emoções ruins, você desmancha os medos e passa a viver com grande segurança. A bexiga guarda o líquido: com muitos depósitos produz medos guardados, receios, resistência. A prenda a rir dos medos. O riso cura o medo.

Finalmente: fígado e vesícula biliar. O fígado maltratado de gordura, álcool e toxinas gera raiva. Em japonês "kan-shaku" (raiva) se traduz literalmente por dor-aguda-no-fígado. Você pode perdoar a quem te xinga: a pessoa está só mal do fígado. A raiva nos faz perder a lucidez. Por exemplo, o sujeito está bêbado, às três horas da madrugada, e no barzinho acontece uma briga. Ele puxa o revólver e mata o próprio irmão: estava cego de raiva.

Em Busca da Lucidez

Já a vesícula biliar, a dupla do fígado, conserva a bílis e a raiva por muito tempo. Sabe aquelas famílias inimigas do Nordeste, onde os descendentes continuam se matando uns aos outros, como as famílias de Romeu e Julieta? Observem, eles comem buxo de bode, cozinham com banha de porco.

Quando permitimos ao nosso fígado se purificar, se limpar, sossegar, então adquirimos uma grande lucidez. O fígado é o órgão da mais alta espiritualidade. Cuidando dele ganhamos uma imensa lucidez, temos o vislumbre da grande compreensão, o quebra-cabeça está quase se completando: há expansão da consciência.

Quanto a vesícula biliar no corpo de dentro, ela dissolve as gorduras. A bílis é o sabão líquido da pia, que deixa a louça limpa. No corpo de fora, ela dissolve as coisas pegajosas, como culpas. A vesícula biliar é o órgão do perdão. O mais lindo e mais difícil é perdoar a você mesmo. Viver reconciliado com a vida.

Dizem que a verdadeira ética é baseada no afeto. Quando desabrocha seu amor para todos os seres vivos, seu comportamento se regula de dentro para fora. Ninguém vai precisar controlar. O resto é moralismo, regras de fora para dentro. Entre no afeto - e aprender massagem é uma das portas. Você é um ser sagrado!

http://estaremsi.com.br/formacao-em-massagem-terapeutica-com-jaganu/

VEJA SUA ALMA NO ESPELHO

“Não posso acreditar: ainda hoje temos especialistas do corpo físico (médicos) e terapeutas que só tratam da alma, da psiquê (psicólogos), como se uma coisa fosse independente da outra!” Questionamentos em relação a esta separação entre corpo e alma, há séculos perpetuada por nossa cultura, são levantados por especialistas na abordagem holística da saúde. Mas alem de colocar em cheque esta visão limitada, resgatamos dados preciosos da sabedoria oriental, descrevendo aqui as principais associações entre os órgãos e as funções da psiquê.

Você quer ver sua alma? Fique em frente de um espelho grande: o que você vê é a sua alma.

Lembra quando machuco o dedo, batendo com o martelo? Era seu corpo, porém você ficou incapaz de pensar em outra coisa por vários momentos. Emoções, percepções, memória, como dissociá-las do corpo?!

Mas como as emoções têm a ver com certas partes do corpo? Bem, nossos órgãos fazem um trabalho interno no organismo, mas também influenciam a forma como percebemos o mundo, da pele para fora. Então temos um corpo da pele para dentro, e a outra parte deste corpo existe da pele para fora.

A personalidade, a forma de ler a realidade, vêm do corpo. Como violão e música, são uma coisa só. E quem vem estudando essa relação de corpo e psiquê são os chineses. Faz 5000 anos que a observam.

Dos Paradigmas ao Amor

O intestino delgado, responsável pela assimilação dos nutrientes, influi sobre nossa aquisição de novas ideias. Um intestino delgado todo gorduroso, com mucosa suja, resulta não só em má assimilação, mas também em dificuldades de aprendizagem. Consequência: a pessoa não assimila novas noções, não muda de paradigma.

O coração a gente sabe que ele está ligado à emoção do amor. Quando está com capilares entupidos de queijo, as coronárias saturadas, ele não tem mais paz. A pessoa ri demais, faz piadas sem parar. Quando você limpa seu sangue com alimentação correta e vida nova, o coração fica bom e a paz volta, mesmo no meio da batalha. Quem tem paz no coração pode acolher os outros nele.

O estômago é quem digere “sapos e lagartos”, tudo que “não dá pra engolir”. A sabedoria popular observa há muito tempo a relação psiquê e órgãos, não só os chineses. E também a ciência pesquisou: se você for muito aborrecido, seu estômago, mesmo que vazio, irá jorrar um ácido concentrado, como se recebesse um pedaço de carne não mastigado, um “osso duro de roer”. No sentido contrário, se você maltrata seu estômago com misturas impossíveis de alimentos, acaba também perdendo a paciência com as pessoas. Um estômago bem cuidado faz de você uma pessoa acolhedora para os outros, simpática. Você “digere” bem as pessoas mais diferentes. Algumas você quer até “comer”.

Alem das Paranoias e Tristezas

O pâncreas, sócio do estômago, faz algo parecido, mas ligado ao intelecto. Ele analisa os detalhes do sangue. Do lado de fora, irá avaliar os detalhes do sangue externo: o dia-a-dia. Com o pâncreas sobrecarregado de toxinas você não confia em ninguém, duvida de tudo, se sente perseguido, começa a ter fobias, paranoia. Melhore o pâncreas e vai emprestar seu carro, confiando no amigo, confiando na vida. Um excesso de trabalho intelectual prejudica o pâncreas: vá andar, faça uma massagem, namore.

O pulmão serve para suspirar: tem o suspiro de tristeza e o suspiro de felicidade. Se tu pulmão se encher de mudo de tanto leite e açúcar, você se mantém num faixa de tristeza, até mudar e respirar aliviado.

Já o intestino grosso, sócio, sócio do pulmão, é o órgão do herói, da coragem. Dizemos “fazer das tripas coração”. Quando o intestino está bem, forte, nos tornamos o herói do cotidiano, temos coragem para mudar o mundo. Começando pelo nosso. Mas também chamamos de “cagão” quem tem tanto pânico que relaxa os esfíncteres. Com o intestino bem cuidado iniciamos novas obras e terminamos (“evacuamos”) as tarefas.

De Medos e Raivas

O medo, qual órgão o produz? Você já sabe: o rim. Lembre que também dizemos “mijão” a um medroso.O mesmo paralelo existe entre atividades no corpo “de dentro” e o corpo de fora: o rim filtra os líquidos do corpo. Se vier muita sujeira no sangue (alimentação, emoções) o rim fica sobrecarregado. Ele nos faz interpretar os líquidos de fora (os fluxos da realidade) como carregados de sujeira: começa o medo. Tive uma revelação: não existe situação alguma que mereça medo. É útil ser prudente, é bom estar preparado,está certo tomar precauções. Mas o medo nunca e útil, aquele medo que te paralisa. Se o medo está à frente, t bloqueando, coloque atrás, para te empurrar.

Com rins sossegados, livres de sujeira alimentar e emoções ruins, você desmancha os medos e passa a viver com grande segurança. A bexiga guarda o líquido: com muitos depósitos produz medos guardados, receios, resistência. A prenda a rir dos medos. O riso cura o medo.

Finalmente: fígado e vesícula biliar. O fígado maltratado de gordura, álcool e toxinas gera raiva. Em japonês “kan-shaku” (raiva) se traduz literalmente por dor-aguda-no-fígado. Você pode perdoar a quem te xinga: a pessoa está só mal do fígado. A raiva nos faz perder a lucidez. Por exemplo, o sujeito está bêbado, às três horas da madrugada, e no barzinho acontece uma briga. Ele puxa o revólver e mata o próprio irmão: estava cego de raiva.

Em Busca da Lucidez

Já a vesícula biliar, a dupla do fígado, conserva a bílis e a raiva por muito tempo. Sabe aquelas famílias inimigas do Nordeste, onde os descendentes continuam se matando uns aos outros, como as famílias de Romeu e Julieta? Observem, eles comem buxo de bode, cozinham com banha de porco.

Quando permitimos ao nosso fígado se purificar, se limpar, sossegar, então adquirimos uma grande lucidez. O fígado é o órgão da mais alta espiritualidade. Cuidando dele ganhamos uma imensa lucidez, temos o vislumbre da grande compreensão, o quebra-cabeça está quase se completando: há expansão da consciência.

Quanto a vesícula biliar no corpo de dentro, ela dissolve as gorduras. A bílis é o sabão líquido da pia, que deixa a louça limpa. No corpo de fora, ela dissolve as coisas pegajosas, como culpas. A vesícula biliar é o órgão do perdão. O mais lindo e mais difícil é perdoar a você mesmo. Viver reconciliado com a vida.

Dizem que a verdadeira ética é baseada no afeto. Quando desabrocha seu amor para todos os seres vivos, seu comportamento se regula de dentro para fora. Ninguém vai precisar controlar. O resto é moralismo, regras de fora para dentro. Entre no afeto – e aprender massagem é uma das portas. Você é um ser sagrado!

FORMAÇÃO EM MASSAGEM TERAPÊUTICA COM JAGANU

Por: shakyamuni

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