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SAINDO DA MATRIX COM A SAGRADA CURIOSIDADE th - “A coisa importante é não parar de questionar. A curiosidade tem sua própria razão para existir. Como não ficar assombrado quando se contempla os mistérios da eternidade, da vida, da estrutura maravilhosa da realidade? É bastante se tentarmos meramente compreender um pouco deste mistério a cada dia. Nunca perca a sagrada curiosidade.” Albert Einstein Saindo […] Full view

"A coisa importante é não parar de questionar. A curiosidade tem sua própria razão para existir. Como não ficar assombrado quando se contempla os mistérios da eternidade, da vida, da estrutura maravilhosa da realidade? É bastante se tentarmos meramente compreender um pouco deste mistério a cada dia. Nunca perca a sagrada curiosidade." Albert Einstein Saindo da Matrix é uma metáfora sobre nossa busca de encontrar a saída do buraco, de um vazio existencial que sentimos quando nos percebemos como passageiros no mundo, quando sentimos no âmago do ser aquele profundo senso de estar no mundo sem ser do mundo. Significa nos libertarmos de Maia, leia-se Matrix ou Matriz, a grande mãe das ilusões e das aparências. Abandonarmos o sistema de crenças que realimenta este mundo da dualidade, onde o eu e o mundo são vistos como essencialmente separados. É procurar a verdade...é buscar o reino dos céus dentro de nós...nós como um holograma do grande mistério. Há uma cena em Matrix onde Neo está esperando para ver o oráculo e começa a bater papo com um garoto careca que está entortando colheres. Este pequeno diálogo é um koan zen, o qual é um paradoxo para a mente racional. É necessário ir além das palavras para realmente compreender o significado implícito. Garoto careca: Não tente entortar a colher, pois isso é impossível. Em vez disso tente perceber a verdade. Neo: E qual é a verdade? Garoto careca: A colher não existe. Então, em vez de entortar a colher, você verá o que está realmente sendo entortado é você. Olhe ao seu redor para o mundo. Você presumivelmente verá várias coisas. Mas o que é ver? Ver é ter experiências - experiências visuais. Assim, aquilo que está na sua consciência imediata, quando você olha ao seu redor, não é o mundo em si, mas as suas experiências ou idéias do mundo. A sua consciência do mundo é uma consciência imediata - você está consciente das suas experiências. Experiências que são superficiais ou perturbadoramente profundas, mas suas. As dúvidas que nos atraíram a esta aventura são tão profundas quanto perguntas podem alcançar. Filósofos, cientistas e místicos têm explorado estas perguntas por milhares de anos, e após todo este tempo, o que sabemos ainda é pequeno perante a vastidão do que é desconhecido. ós adquirimos com nossos estudos a capacidade de questionar perguntas mais precisas e assim aumentar nossa apreciação da profundidade do mistério. Nós oferecemos este guia com a intençao, não de satisfazer a sua curiosidade sobre a existência, mas de enriquecer sua capacidade  de explorar e participar dos mistérios com uma mente aberta e um coração receptivo. No núcleo deste filme estão as perguntas provocativas sobre a maneira que nós participamos, conscientemente ou não, de uma realidade que se desdobra dinamicamente, " O que afinal nós sabemos" "Quem somos nós" propõe que não há nenhum universo sólido, contínuo, estático "la fora", esperando para ser compreendido por nossas mentes especulativas, mas que a realidade é tão mutável a ponto de ser afetada por nossa própria percepção dela. Ao mesmo tempo, o filme reconhece que a realidade não é inteiramente relativa ou criada simplesmente "do ar". Independente da sua teoria da realidade, caminhões reais transitam e podem atropelar pessoas reais. Há uma dinâmica consistente funcionando no universo, com algumas coisas são mais continuas e de confiança do que outras. Quando se navega em águas nunca dantes navegadas, é importante saber a diferença entre o que pode ser conhecido com o empirismo sensorial (a contibuição da ciência), o que é sabido intuitivamente, o que vem até nós pela visão mística e o que permanece incognoscível. Conhecendo estas diferenças não queremos favorecer uma forma de saber sobre a outra, mas discernir quando nós cruzamos a linha divisória entre coência, imaginação, instinto ou intuição. Muitas afirmações, declarações e pesquisas citadas no filme são consideradas marginais pela comunidade científica ortodoxa. Em muitas circunstâncias, isto significa que as conclusões não foram satisfatoriamente provadas para todos ou desfiam as teorias científicas predominantes. Contudo, decidimos aceitá-las poque elas parecem corretas para nós. Neste guia nós esperamos verter como explanações, ativando a imaginação melhor do que com os fatos em que se baseiam as teorias sólidas. A jornada para explorar a natureza das coisas é servida igualmente pelos rigores da ciência e pelos poderes mutáveis da imaginação, tanto quanto pela visão mística quanto pela sabedoria corporificada. É nossa intençao que esta exploração lhe guiará para suas próprias maneiras mais profundas de saber e isso convidará sua imaginação a entrar num reino maior de possibilidades que você pode explorar por você mesmo. Fonte: www.whatthebleep.com

SAINDO DA MATRIX COM A SAGRADA CURIOSIDADE

“A coisa importante é não parar de questionar. A curiosidade tem sua própria razão para existir. Como não ficar assombrado quando se contempla os mistérios da eternidade, da vida, da estrutura maravilhosa da realidade? É bastante se tentarmos meramente compreender um pouco deste mistério a cada dia. Nunca perca a sagrada curiosidade.” Albert Einstein

Saindo da Matrix é uma metáfora sobre nossa busca de encontrar a saída do buraco, de um vazio existencial que sentimos quando nos percebemos como passageiros no mundo, quando sentimos no âmago do ser aquele profundo senso de estar no mundo sem ser do mundo. Significa nos libertarmos de Maia, leia-se Matrix ou Matriz, a grande mãe das ilusões e das aparências. Abandonarmos o sistema de crenças que realimenta este mundo da dualidade, onde o eu e o mundo são vistos como essencialmente separados. É procurar a verdade…é buscar o reino dos céus dentro de nós…nós como um holograma do grande mistério.

Há uma cena em Matrix onde Neo está esperando para ver o oráculo e começa a bater papo com um garoto careca que está entortando colheres. Este pequeno diálogo é um koan zen, o qual é um paradoxo para a mente racional. É necessário ir além das palavras para realmente compreender o significado implícito.

Garoto careca: Não tente entortar a colher, pois isso é impossível. Em vez disso tente perceber a verdade.

Neo: E qual é a verdade?

Garoto careca: A colher não existe. Então, em vez de entortar a colher, você verá o que está realmente sendo entortado é você.

Olhe ao seu redor para o mundo. Você presumivelmente verá várias coisas. Mas o que é ver? Ver é ter experiências – experiências visuais. Assim, aquilo que está na sua consciência imediata, quando você olha ao seu redor, não é o mundo em si, mas as suas experiências ou idéias do mundo. A sua consciência do mundo é uma consciência imediata – você está consciente das suas experiências. Experiências que são superficiais ou perturbadoramente profundas, mas suas.

As dúvidas que nos atraíram a esta aventura são tão profundas quanto perguntas podem alcançar. Filósofos, cientistas e místicos têm explorado estas perguntas por milhares de anos, e após todo este tempo, o que sabemos ainda é pequeno perante a vastidão do que é desconhecido. ós adquirimos com nossos estudos a capacidade de questionar perguntas mais precisas e assim aumentar nossa apreciação da profundidade do mistério. Nós oferecemos este guia com a intençao, não de satisfazer a sua curiosidade sobre a existência, mas de enriquecer sua capacidade  de explorar e participar dos mistérios com uma mente aberta e um coração receptivo.

No núcleo deste filme estão as perguntas provocativas sobre a maneira que nós participamos, conscientemente ou não, de uma realidade que se desdobra dinamicamente, ” O que afinal nós sabemos” “Quem somos nós” propõe que não há nenhum universo sólido, contínuo, estático “la fora”, esperando para ser compreendido por nossas mentes especulativas, mas que a realidade é tão mutável a ponto de ser afetada por nossa própria percepção dela. Ao mesmo tempo, o filme reconhece que a realidade não é inteiramente relativa ou criada simplesmente “do ar”. Independente da sua teoria da realidade, caminhões reais transitam e podem atropelar pessoas reais. Há uma dinâmica consistente funcionando no universo, com algumas coisas são mais continuas e de confiança do que outras.

Quando se navega em águas nunca dantes navegadas, é importante saber a diferença entre o que pode ser conhecido com o empirismo sensorial (a contibuição da ciência), o que é sabido intuitivamente, o que vem até nós pela visão mística e o que permanece incognoscível. Conhecendo estas diferenças não queremos favorecer uma forma de saber sobre a outra, mas discernir quando nós cruzamos a linha divisória entre coência, imaginação, instinto ou intuição.

Muitas afirmações, declarações e pesquisas citadas no filme são consideradas marginais pela comunidade científica ortodoxa. Em muitas circunstâncias, isto significa que as conclusões não foram satisfatoriamente provadas para todos ou desfiam as teorias científicas predominantes. Contudo, decidimos aceitá-las poque elas parecem corretas para nós. Neste guia nós esperamos verter como explanações, ativando a imaginação melhor do que com os fatos em que se baseiam as teorias sólidas.

A jornada para explorar a natureza das coisas é servida igualmente pelos rigores da ciência e pelos poderes mutáveis da imaginação, tanto quanto pela visão mística quanto pela sabedoria corporificada. É nossa intençao que esta exploração lhe guiará para suas próprias maneiras mais profundas de saber e isso convidará sua imaginação a entrar num reino maior de possibilidades que você pode explorar por você mesmo.

Fonte: www.whatthebleep.com

Por: shakyamuni

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