Revista eletrônica de divulgação holística. Artigos, crônicas e parábolas de abordagens científicas e espirituais. Um portal de acesso para o autoconhecimento, a meditação e a consciência de viver com plenitude no aqui e no agora.
  • Home  /
  • Ciência   /
  • LEITURA DE AURA, IMPOSIÇÃO DAS MÃOS E CURA ESPIRITUAL
LEITURA DE AURA, IMPOSIÇÃO DAS MÃOS E CURA ESPIRITUAL 10552476_492866194183732_7632070032987304712_n - Para elucidar este processo terapêutico de cura, escolhemos um trecho de um dos livros da Dr. Barbara Brennan, que é uma curandeira de renome mundial, professora e formadora de físicos da NASA,  autora do best-seller Mãos de Luz , Luz Emergente e da série Sementes do Espírito. Ela tem dedicado os últimos 35 anos de pesquisa e exploração do […] Full view

Para elucidar este processo terapêutico de cura, escolhemos um trecho de um dos livros da Dr. Barbara Brennan, que é uma curandeira de renome mundial, professora e formadora de físicos da NASA,  autora do best-seller Mãos de Luz , Luz Emergente e da série Sementes do Espírito. Ela tem dedicado os últimos 35 anos de pesquisa e exploração do campo energético humano e nos fala um pouco de sua experiência: Não se trata, de maneira alguma, de um processo misterioso, trata-se, pelo contrário, de um processo muito direto, se bem que, não raro, muito complicado. Um processo que envolve o reequilibração do campo de energia, que denomino o Campo da Energia Humana, existente em torno de cada um de nós. Todos nós temos um campo de energia, ou aura, que rodeia e penetra o corpo físico, intimamente associado à saúde. A Alta Percepção Sensorial é um modo de perceber as coisas além dos limites normais dos sentidos humanos. Por seu intermédio podemos ver, ouvir, cheirar, provar e tocar coisas que normalmente não podem ser percebidas. A Alta Percepção Sensorial é um tipo de “ver” em que percebemos uma imagem em nossa mente sem o uso da visão normal. Não é imaginação. Às vezes, dá-se-lhe o nome de clarividência. A APS revela o mundo dinâmico do fluido interagindo com os campos de energia vital em torno e através de todas as coisas. Durante a maior parte da minha vida tenho-me visto às voltas com o mar vivo de energia em que existimos. Por esse meio, descobri que a energia nos sustenta, nos alimenta, nos dá vida. Sentimo-nos uns aos outros por intermédio dela; pertencemos a ela; e ela nos pertence. O processo de fundir-nos com as coisas que nos cercam é outra maneira de descrever a experiência de uma percepção ampliada. Voltemos a considerar, por exemplo, a vela e sua chama. Normalmente nos identificamos com um corpo (a cera e o pavio) dotado de consciência (o fogo). Quando ingressamos num estado de consciência ampliada, vemo-nos também como a luz que vem da chama. Onde começa a luz e onde termina a chama? Parece haver ali uma linha divisória, mas onde está ela exatamente quando olhamos mais de perto? A chama é completamente penetrada pela luz. A luz da sala, que não provém da vela (mar de energia), penetra a chama? Penetra. Onde começa a luz da sala e onde termina a luz da vela? De acordo com a física, não há limite para a luz de uma vela, que se estende ao infinito. Onde fica, então, o nosso limite final? Segundo minha experiência da APS, resultante de uma consciência ampliada, não existe limite. Quanto mais amplio minha consciência, tanto mais se amplia a minha APS, maior quantidade de realidade entra no meu espaço visual, mais sou capaz de ver uma realidade que já está lá, mas que, antes disso, fugia à minha percepção. À proporção que se amplia a minha APS, maior quantidade de realidade entra no meu espaço visual. A princípio, eu só via os campos de energia mais grosseira ao redor das coisas: eles só se estendiam cerca de uma polegada, ou coisa que o valha, além da pele. À medida que me tornei mais proficiente, pude ver que o campo se estendia mais a partir da pele, mas era constituído, aparentemente, de uma substância mais fina ou de uma luz menos intensa. Todas as vezes que eu acreditava ter encontrado o limite, acabava enxergando, subsequentemente, além daquela linha. Onde está a linha? Cheguei à conclusão de que seria mais fácil dizer que só há camadas: a camada da chama, depois a da luz da chama, depois a da luz da sala. Cada linha nova é mais difícil de distinguir. A percepção de cada camada externa requer um estado de consciência mais ampliado e uma APS mais aprimorada. Quanto mais se expande o estado de consciência, a luz que se via, antes disso, menos distinta, se intensifica e define mais nitidamente. Com a APS, o mecanismo das doenças psicossomáticas patenteia-se bem defronte dos nossos olhos. A APS revela o modo com que se inicia nos campos de energia a maioria das doenças, e é depois, com o tempo e com os hábitos de vida, transmitida ao corpo, transformando-se numa doença séria. Muitas vezes a origem ou a causa inicial do processo se associa a um trauma psicológico ou físico, ou a uma combinação dos dois. Visto que a APS revela o modo com que se inicia a moléstia, também revela o modo com que se pode inverter o processo da doença.

No processo de aprender a ver o campo, também aprendi a interagir com ele conscientemente, como com qualquer outra coisa que eu possa ver. Pude manipular meu próprio campo para interagir com o campo de outra pessoa. Logo aprendi a reequilibrar um campo de energia doentio, de modo que a pessoa pudesse voltar ao estado de saúde. Além disso, surpreendi-me a receber informações relativas à origem da doença do cliente. Essa informação parecia provir do que se me afigurava uma inteligência superior à minha ou à que eu normalmente supunha fosse minha. O processo de receber informações dessa maneira é popularmente denominado canalização. A informação canalizada me chegava em forma de palavras, de conceitos ou figuras simbólicas, que me penetravam a mente quando eu tentava reequilibrar o campo de energia do cliente. Eu sempre me encontrava num estado alterado de consciência ao fazê-lo. Adestrei-me em receber informações de várias maneiras, usando a APS (isto é, canalizando ou vendo). Eu procedia à correlação entre o que recebia, fosse uma figura simbólica em minha mente, fosse um conceito ou uma mensagem verbal direta, com o que via no campo de energia. Num caso, por exemplo, ouvi dizer diretamente: “Ela tem câncer”, e vi um ponto preto em seu campo de energia. O ponto preto correspondia, no tamanho, na forma e na localização, aos resultados de uma exploração realizada mais tarde. Essa recepção de informações combinada com a APS tornou-se muito eficiente, e sou muito precisa em qualquer descrição particular do estado de um cliente. Também recebo informações a respeito das ações de auto-ajuda que o cliente deve levar a efeito no decorrer do processo de cura, o qual geralmente supõe uma série de sessões de tratamento, que duram diversas semanas ou meses, dependendo da gravidade da moléstia. O processo de cura inclui a reequilibração do campo, a mudança dos hábitos de vida e a manipulação do trauma que deu origem ao processo. É essencial lidarmos com o significado mais profundo de nossas enfermidades. Precisamos perguntar o que essa doença significa para nós. Que posso aprender com ela? A doença pode ser vista simplesmente como uma mensagem do corpo dirigida a você, que diz, entre outras coisas: Espere um minuto; alguma coisa está errada. Você não está dando atenção ao seu eu como um todo; está ignorando alguma coisa muito importante para você. O que é? A origem da doença precisa ser investigada dessa maneira, no nível psicológico ou dos sentidos, no nível do entendimento, ou simplesmente por meio de uma mudança no nosso estado de ser, que pode não ser consciente. O retorno à saúde requer um trabalho e uma mudança muito mais pessoais do que a simples ingestão das pílulas receitadas pelo médico. Sem essa mudança pessoal, acabaremos criando outro problema, que nos conduzirá de volta à origem da moléstia. Descobri que a origem é a chave. Para lidar com ela, impõe-se, de ordinário, uma mudança capaz de conduzir finalmente a uma vida pessoal mais ligada ao âmago do nosso ser. Conduz-nos à parte mais profunda de nós mesmos, às vezes denominada o eu superior ou a centelha da divindade que existe dentro de nós."    

LEITURA DE AURA, IMPOSIÇÃO DAS MÃOS E CURA ESPIRITUAL

Para elucidar este processo terapêutico de cura, escolhemos um trecho de um dos livros da Dr. Barbara Brennan, que é uma curandeira de renome mundial, professora e formadora de físicos da NASA,  autora do best-seller Mãos de Luz , Luz Emergente e da série Sementes do Espírito. Ela tem dedicado os últimos 35 anos de pesquisa e exploração do campo energético humano e nos fala um pouco de sua experiência:

Não se trata, de maneira alguma, de um processo misterioso, trata-se, pelo contrário, de um processo muito direto, se bem que, não raro, muito complicado. Um processo que envolve o reequilibração do campo de energia, que denomino o Campo da Energia Humana, existente em torno de cada um de nós. Todos nós temos um campo de energia, ou aura, que rodeia e penetra o corpo físico, intimamente associado à saúde. A Alta Percepção Sensorial é um modo de perceber as coisas além dos limites normais dos sentidos humanos. Por seu intermédio podemos ver, ouvir, cheirar, provar e tocar coisas que normalmente não podem ser percebidas. A Alta Percepção Sensorial é um tipo de “ver” em que percebemos uma imagem em nossa mente sem o uso da visão normal. Não é imaginação. Às vezes, dá-se-lhe o nome de clarividência. A APS revela o mundo dinâmico do fluido interagindo com os campos de energia vital em torno e através de todas as coisas. Durante a maior parte da minha vida tenho-me visto às voltas com o mar vivo de energia em que existimos. Por esse meio, descobri que a energia nos sustenta, nos alimenta, nos dá vida. Sentimo-nos uns aos outros por intermédio dela; pertencemos a ela; e ela nos pertence.

O processo de fundir-nos com as coisas que nos cercam é outra maneira de descrever a experiência de uma percepção ampliada. Voltemos a considerar, por exemplo, a vela e sua chama. Normalmente nos identificamos com um corpo (a cera e o pavio) dotado de consciência (o fogo). Quando ingressamos num estado de consciência ampliada, vemo-nos também como a luz que vem da chama. Onde começa a luz e onde termina a chama? Parece haver ali uma linha divisória, mas onde está ela exatamente quando olhamos mais de perto? A chama é completamente penetrada pela luz. A luz da sala, que não provém da vela (mar de energia), penetra a chama? Penetra. Onde começa a luz da sala e onde termina a luz da vela? De acordo com a física, não há limite para a luz de uma vela, que se estende ao infinito. Onde fica, então, o nosso limite final? Segundo minha experiência da APS, resultante de uma consciência ampliada, não existe limite. Quanto mais amplio minha consciência, tanto mais se amplia a minha APS, maior quantidade de realidade entra no meu espaço visual, mais sou capaz de ver uma realidade que já está lá, mas que, antes disso, fugia à minha percepção. À proporção que se amplia a minha APS, maior quantidade de realidade entra no meu espaço visual. A princípio, eu só via os campos de energia mais grosseira ao redor das coisas: eles só se estendiam cerca de uma polegada, ou coisa que o valha, além da pele. À medida que me tornei mais proficiente, pude ver que o campo se estendia mais a partir da pele, mas era constituído, aparentemente, de uma substância mais fina ou de uma luz menos intensa. Todas as vezes que eu acreditava ter encontrado o limite, acabava enxergando, subsequentemente, além daquela linha. Onde está a linha? Cheguei à conclusão de que seria mais fácil dizer que só há camadas: a camada da chama, depois a da luz da chama, depois a da luz da sala. Cada linha nova é mais difícil de distinguir. A percepção de cada camada externa requer um estado de consciência mais ampliado e uma APS mais aprimorada. Quanto mais se expande o estado de consciência, a luz que se via, antes disso, menos distinta, se intensifica e define mais nitidamente.

Com a APS, o mecanismo das doenças psicossomáticas patenteia-se bem defronte dos nossos olhos. A APS revela o modo com que se inicia nos campos de energia a maioria das doenças, e é depois, com o tempo e com os hábitos de vida, transmitida ao corpo, transformando-se numa doença séria. Muitas vezes a origem ou a causa inicial do processo se associa a um trauma psicológico ou físico, ou a uma combinação dos dois. Visto que a APS revela o modo com que se inicia a moléstia, também revela o modo com que se pode inverter o processo da doença.

No processo de aprender a ver o campo, também aprendi a interagir com ele conscientemente, como com qualquer outra coisa que eu possa ver. Pude manipular meu próprio campo para interagir com o campo de outra pessoa. Logo aprendi a reequilibrar um campo de energia doentio, de modo que a pessoa pudesse voltar ao estado de saúde. Além disso, surpreendi-me a receber informações relativas à origem da doença do cliente. Essa informação parecia provir do que se me afigurava uma inteligência superior à minha ou à que eu normalmente supunha fosse minha. O processo de receber informações dessa maneira é popularmente denominado canalização. A informação canalizada me chegava em forma de palavras, de conceitos ou figuras simbólicas, que me penetravam a mente quando eu tentava reequilibrar o campo de energia do cliente. Eu sempre me encontrava num estado alterado de consciência ao fazê-lo. Adestrei-me em receber informações de várias maneiras, usando a APS (isto é, canalizando ou vendo). Eu procedia à correlação entre o que recebia, fosse uma figura simbólica em minha mente, fosse um conceito ou uma mensagem verbal direta, com o que via no campo de energia. Num caso, por exemplo, ouvi dizer diretamente: “Ela tem câncer”, e vi um ponto preto em seu campo de energia. O ponto preto correspondia, no tamanho, na forma e na localização, aos resultados de uma exploração realizada mais tarde. Essa recepção de informações combinada com a APS tornou-se muito eficiente, e sou muito precisa em qualquer descrição particular do estado de um cliente. Também recebo informações a respeito das ações de auto-ajuda que o cliente deve levar a efeito no decorrer do processo de cura, o qual geralmente supõe uma série de sessões de tratamento, que duram diversas semanas ou meses, dependendo da gravidade da moléstia. O processo de cura inclui a reequilibração do campo, a mudança dos hábitos de vida e a manipulação do trauma que deu origem ao processo.

É essencial lidarmos com o significado mais profundo de nossas enfermidades. Precisamos perguntar o que essa doença significa para nós. Que posso aprender com ela? A doença pode ser vista simplesmente como uma mensagem do corpo dirigida a você, que diz, entre outras coisas:

Espere um minuto; alguma coisa está errada. Você não está dando atenção ao seu eu como um todo; está ignorando alguma coisa muito importante para você. O que é?

A origem da doença precisa ser investigada dessa maneira, no nível psicológico ou dos sentidos, no nível do entendimento, ou simplesmente por meio de uma mudança no nosso estado de ser, que pode não ser consciente. O retorno à saúde requer um trabalho e uma mudança muito mais pessoais do que a simples ingestão das pílulas receitadas pelo médico. Sem essa mudança pessoal, acabaremos criando outro problema, que nos conduzirá de volta à origem da moléstia. Descobri que a origem é a chave. Para lidar com ela, impõe-se, de ordinário, uma mudança capaz de conduzir finalmente a uma vida pessoal mais ligada ao âmago do nosso ser. Conduz-nos à parte mais profunda de nós mesmos, às vezes denominada o eu superior ou a centelha da divindade que existe dentro de nós.”

 

 

Por: shakyamuni

Deixe um comentário