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E O PULSO TANTO PULSA QUANTO REVELA pulsologia imagem 2 jpg - O exame do pulso é tão importante, revelador e complexo que deveríamos palpar os pulsos ao invés de apertar-nos as mãos.  Hu HSin Shan – Mestre de Tai-Chi-Chuan Dentro da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), a forma mais importante de diagnóstico de desequilíbrio energético é a Pulsologia Chinesa, prática exercida desde a antiguidade através da palpação […] Full view

O exame do pulso é tão importante, revelador e complexo
que deveríamos palpar os pulsos ao invés de apertar-nos as mãos. 
Hu HSin Shan - Mestre de Tai-Chi-Chuan

Dentro da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), a forma mais importante de diagnóstico de desequilíbrio energético é a Pulsologia Chinesa, prática exercida desde a antiguidade através da palpação de artérias e que utiliza esse método para o exame acurado do estado energético de todas as funções orgânicas do corpo humano.

Quando olhamos alguém sendo submetido a uma tomada de pulso para diagnóstico, surgem perguntas naturais do tipo :

como é possível saber o estado geral e particular de órgãos e funções palpando um segmento de artéria?

O que se deve sentir no pulso do paciente?

Existe diferença de pulsação em tão curto espaço de artéria?


Formularam-se várias hipóteses para explicar essas perguntas. Em primeiro lugar devemos reconhecer o pulso como uma expressão energética. Com efeito, a cada batida do coração, o sangue expulso pelo ventrículo esquerdo choca-se com o sangue contido na aorta. O que percebemos no pulso não é o deslocamento da massa sanguínea, mas o resultado desse choque que se manifesta por uma série de ondas ao longo do sistema arterial.

Nas artérias, o sangue se desloca, mas o faz com uma velocidade muito inferior a da onda pulsátil. Além disso, sendo um tubo elástico, a artéria configura o fenômeno com aspectos particulares. Temos, então, três fatores que decidirão sobre o aspecto do pulso:

1º - A força do impacto contrátil do coração; 2º - As condições da massa de sangue (viscosidade); e 3º - O estado da parede arterial (elasticidade, contratilidade e resistência periférica). Esses três fatores combinam entre si, tornando muito difícil uma discriminação.

Além desses três fatores fundamentais, existe uma onda energética que descreve uma série de períodos compostos de ondas e nós.

A prática da percepção tátil dos pulsos nos diz que cada pessoa tem seu pulso próprio, tão característico como as suas impressões digitais.

Apesar disso não ser sinônimo de demonstração científica de correspondência órgão-pulso, essa relação está garantida pelos fatos, já que é quase impossível praticar a acupuntura sem o profundo conhecimento da Pulsologia Chinesa.

Profissionais e estudantes da acupuntura no Ocidente vêm demonstrando um interesse cada vez maior pelo o estudo do método de diagnóstico oriental por meio da Pulsologia Chinesa, ainda enfrentando obstáculos que dificultam o aprendizado pleno. Yamamoto, 1998; Botsaris, 2006.

Na Medicina Tradicional Chinesa podemos conhecer ou determinar a natureza de uma doença também a partir do estudo do batimento dos pulsos, a Pulsologia Chinesa: um dinâmico diagnóstico de energia do corpo, que proporciona a compreensão de enfermidades dando enfoque complementar ao da medicina ocidental. Yamamoto, 1998.



Uma vez que, na visão da Medicina Tradicional Chinesa, as alterações energéticas precedem os processos patológicos orgânicos, a tomada dos pulsos chineses permite identificar um desequilíbrio e corrigi-lo, mesmo antes que ele se transforme em doença - fator apontado como uma vantagem, permitindo a atuação da prevenção. Nothlich, 2005.


Fonte: portalunisaúde.com.br

http://estaremsi.com.br/pulsologia-chinesa-curso-avancado-em-brasilia/

E O PULSO TANTO PULSA QUANTO REVELA

O exame do pulso é tão importante, revelador e complexo
que deveríamos palpar os pulsos ao invés de apertar-nos as mãos. 
Hu HSin Shan – Mestre de Tai-Chi-Chuan

Dentro da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), a forma mais importante de diagnóstico de desequilíbrio energético é a Pulsologia Chinesa, prática exercida desde a antiguidade através da palpação de artérias e que utiliza esse método para o exame acurado do estado energético de todas as funções orgânicas do corpo humano.

Quando olhamos alguém sendo submetido a uma tomada de pulso para diagnóstico, surgem perguntas naturais do tipo :

como é possível saber o estado geral e particular de órgãos e funções palpando um segmento de artéria?

O que se deve sentir no pulso do paciente?

Existe diferença de pulsação em tão curto espaço de artéria?

Formularam-se várias hipóteses para explicar essas perguntas. Em primeiro lugar devemos reconhecer o pulso como uma expressão energética. Com efeito, a cada batida do coração, o sangue expulso pelo ventrículo esquerdo choca-se com o sangue contido na aorta. O que percebemos no pulso não é o deslocamento da massa sanguínea, mas o resultado desse choque que se manifesta por uma série de ondas ao longo do sistema arterial.

Nas artérias, o sangue se desloca, mas o faz com uma velocidade muito inferior a da onda pulsátil. Além disso, sendo um tubo elástico, a artéria configura o fenômeno com aspectos particulares. Temos, então, três fatores que decidirão sobre o aspecto do pulso:

1º – A força do impacto contrátil do coração; 2º – As condições da massa de sangue (viscosidade); e 3º – O estado da parede arterial (elasticidade, contratilidade e resistência periférica). Esses três fatores combinam entre si, tornando muito difícil uma discriminação.

Além desses três fatores fundamentais, existe uma onda energética que descreve uma série de períodos compostos de ondas e nós.

A prática da percepção tátil dos pulsos nos diz que cada pessoa tem seu pulso próprio, tão característico como as suas impressões digitais.

Apesar disso não ser sinônimo de demonstração científica de correspondência órgão-pulso, essa relação está garantida pelos fatos, já que é quase impossível praticar a acupuntura sem o profundo conhecimento da Pulsologia Chinesa.

Profissionais e estudantes da acupuntura no Ocidente vêm demonstrando um interesse cada vez maior pelo o estudo do método de diagnóstico oriental por meio da Pulsologia Chinesa, ainda enfrentando obstáculos que dificultam o aprendizado pleno. Yamamoto, 1998; Botsaris, 2006.

Na Medicina Tradicional Chinesa podemos conhecer ou determinar a natureza de uma doença também a partir do estudo do batimento dos pulsos, a Pulsologia Chinesa: um dinâmico diagnóstico de energia do corpo, que proporciona a compreensão de enfermidades dando enfoque complementar ao da medicina ocidental. Yamamoto, 1998.

Uma vez que, na visão da Medicina Tradicional Chinesa, as alterações energéticas precedem os processos patológicos orgânicos, a tomada dos pulsos chineses permite identificar um desequilíbrio e corrigi-lo, mesmo antes que ele se transforme em doença – fator apontado como uma vantagem, permitindo a atuação da prevenção. Nothlich, 2005.

Fonte: portalunisaúde.com.br

PULSOLOGIA CHINESA – CURSO AVANÇADO EM BRASÍLIA

Por: shakyamuni

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