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DA AÇÃO À NÃO-AÇÃO, DA COURAÇA AO CORAÇÃO dancing-sisters - Porque praticar Meditações Ativas? Usamos técnicas de meditações ativas ao invés dos métodos tradicionalmente sistemáticos e passivos, porque ajudam a deslocar para baixo nosso centro de ação e decisão que está na maior parte do tempo, no cérebro. Este centro não pode descer através de métodos sistemáticos porque o trabalho do cérebro já é fruto […] Full view

Porque praticar Meditações Ativas? Usamos técnicas de meditações ativas ao invés dos métodos tradicionalmente sistemáticos e passivos, porque ajudam a deslocar para baixo nosso centro de ação e decisão que está na maior parte do tempo, no cérebro. Este centro não pode descer através de métodos sistemáticos porque o trabalho do cérebro já é fruto de uma sistematização. Com métodos tradicionais e sistemáticos acabamos por reforçar o funcionamento do cérebro, dando assim, mais energia a ele. Através de movimentos corporais inesperados pelo cérebro, conhecidos como caóticos, tomamos o cérebro de surpresa e o deixamos sem ação. Com isto, o centro de perceber e avaliar o mundo, é deslocado imediatamente do cérebro para o coração. A técnica de Meditação Dinâmica proporciona que conscientemente possamos expressar boa parte de tudo que está nos reprimindo. Construímos passo a passo uma catarse, fundamental para sairmos da opressão que a mente exerce sob o coração. Falamos muito em seguir o coração, em nos entregarmos com amor e facilidade, mas raramente e com pouca intensidade nos permitimos verdadeiramente a isto. Gargalhar ou chorar com autenticidade, dar e receber afeto com naturalidade passam a ser qualidades suprimidas pela mente sistematizada e sempre calculista. No momento que as sensações podem fluir mais livres e autênticas no coração, a energia começa a descer com facilidade até nosso centro principal. Se perguntarmos a um mestre Zen, "A partir de onde você pensa?" Ele colocará suas mãos no estômago. Para os ocidentais isto parece sem sentido, pensar pelo estômago. Mas, o mestre responderá que você pode agir conscientemente a partir de qualquer centro do seu corpo, mas o que está mais próximo da fonte original, de onde viemos, é o umbigo. Quando passamos a sentir e responder ao mundo exterior através do centro do estômago, denominado de 'Hara', ficamos em profundo contato com outra qualidade fundamental: enraizamento. Só com uma base bem fortalecida, com raízes baseadas nas sensações do coração e percepções do 'Hara", é que podemos ganhar asas e confiar nos nossos sonhos.

DA AÇÃO À NÃO-AÇÃO, DA COURAÇA AO CORAÇÃO

Porque praticar Meditações Ativas?

Usamos técnicas de meditações ativas ao invés dos métodos tradicionalmente sistemáticos e passivos, porque ajudam a deslocar para baixo nosso centro de ação e decisão que está na maior parte do tempo, no cérebro. Este centro não pode descer através de métodos sistemáticos porque o trabalho do cérebro já é fruto de uma sistematização. Com métodos tradicionais e sistemáticos acabamos por reforçar o funcionamento do cérebro, dando assim, mais energia a ele.

Através de movimentos corporais inesperados pelo cérebro, conhecidos como caóticos, tomamos o cérebro de surpresa e o deixamos sem ação. Com isto, o centro de perceber e avaliar o mundo, é deslocado imediatamente do cérebro para o coração. A técnica de Meditação Dinâmica proporciona que conscientemente possamos expressar boa parte de tudo que está nos reprimindo. Construímos passo a passo uma catarse, fundamental para sairmos da opressão que a mente exerce sob o coração. Falamos muito em seguir o coração, em nos entregarmos com amor e facilidade, mas raramente e com pouca intensidade nos permitimos verdadeiramente a isto. Gargalhar ou chorar com autenticidade, dar e receber afeto com naturalidade passam a ser qualidades suprimidas pela mente sistematizada e sempre calculista.

No momento que as sensações podem fluir mais livres e autênticas no coração, a energia começa a descer com facilidade até nosso centro principal. Se perguntarmos a um mestre Zen, “A partir de onde você pensa?” Ele colocará suas mãos no estômago. Para os ocidentais isto parece sem sentido, pensar pelo estômago. Mas, o mestre responderá que você pode agir conscientemente a partir de qualquer centro do seu corpo, mas o que está mais próximo da fonte original, de onde viemos, é o umbigo.

Quando passamos a sentir e responder ao mundo exterior através do centro do estômago, denominado de ‘Hara’, ficamos em profundo contato com outra qualidade fundamental: enraizamento. Só com uma base bem fortalecida, com raízes baseadas nas sensações do coração e percepções do ‘Hara”, é que podemos ganhar asas e confiar nos nossos sonhos.

Por: shakyamuni

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