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Parábola Zen moderna Um jovem sério considerava os conflitos deste século bastante perturbadores. Foi a muitas pessoas à procura da solução das discórdias que o abalavam, mas continuava perturbado. Numa noite, em uma cafeteria, um sacerdote Zen auto-ordenado lhe disse: "Vá para a mansão abandonada no endereço que estou lhe anotando. Não fale com ninguém que mora lá; você deve ficar em silêncio até que a lua desponte amanhã à noite. Vá para o quarto grande à direita  do corredor principal, sente-se na posição de lótus em cima do entulho no canto noroeste do quarto, olhe para a parede e medite". Ele fez como o sacerdote Zen lhe instruiu. Sua meditação era frequentemente interrompida por preoucupações. Ele se preocupava se o resto dos canos pendurados cairiam ou não do segundo andar, para se juntarem aos canos e outros entulhos sobre os quais estava sentado; preocupava-se sobre como saberia quando a lua despontasse; preocupava-se sobre o que as pessoas que passavam pelo quarto diziam a seu respeito. Suas preocupações e meditação foram perturbadas quando, como um teste sobre sua fé, defecaram do segundo andar sobre ele. Nesse momento duas pessoas entraram no quarto. A primeira perguntou a segunda quem era o homem sentado ali.  A segunda respondeu: " Alguns dizem que é um santo, outros que tem merda na cabeça".   Ouvindo isso, o homem se iluminou.

A HORA E O LUGAR DA ILUMINAÇÃO

Parábola Zen moderna

Um jovem sério considerava os conflitos deste século bastante perturbadores. Foi a muitas pessoas à procura da solução das discórdias que o abalavam, mas continuava perturbado.

Numa noite, em uma cafeteria, um sacerdote Zen auto-ordenado lhe disse: “Vá para a mansão abandonada no endereço que estou lhe anotando. Não fale com ninguém que mora lá; você deve ficar em silêncio até que a lua desponte amanhã à noite. Vá para o quarto grande à direita  do corredor principal, sente-se na posição de lótus em cima do entulho no canto noroeste do quarto, olhe para a parede e medite”.

Ele fez como o sacerdote Zen lhe instruiu. Sua meditação era frequentemente interrompida por preoucupações. Ele se preocupava se o resto dos canos pendurados cairiam ou não do segundo andar, para se juntarem aos canos e outros entulhos sobre os quais estava sentado; preocupava-se sobre como saberia quando a lua despontasse; preocupava-se sobre o que as pessoas que passavam pelo quarto diziam a seu respeito.

Suas preocupações e meditação foram perturbadas quando, como um teste sobre sua fé, defecaram do segundo andar sobre ele. Nesse momento duas pessoas entraram no quarto. A primeira perguntou a segunda quem era o homem sentado ali.  A segunda respondeu: ” Alguns dizem que é um santo, outros que tem merda na cabeça”.

 

Ouvindo isso, o homem se iluminou.

Por: shakyamuni

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