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A EDUCAÇÃO QUE TEMOS ROUBA DOS JOVENS A CONSCIÊNCIA, O TEMPO E A VIDA naranjo - Quando ouvimos este psiquiatra chileno de 75 anos, temos a sensação de estarmos diante de Jean-Jacques Rousseau do nosso tempo. Ele nos conta que esteve bastante adormecido até os anos 60, quando se mudou para os EUA, se tornou discípulo de Fritz Perls, um dos grandes terapeutas do século XX, e passou a integrar a […] Full view

Quando ouvimos este psiquiatra chileno de 75 anos, temos a sensação de estarmos diante de Jean-Jacques Rousseau do nosso tempo. Ele nos conta que esteve bastante adormecido até os anos 60, quando se mudou para os EUA, se tornou discípulo de Fritz Perls, um dos grandes terapeutas do século XX, e passou a integrar a equipe de terapeutas do Instituto Esalen da Califórnia. A partir deste momento passou a ter profundas experiências no mundo terapêutico e espiritual. Entrou em contato com o Sufismo e tornou-se um dos introdutores do Eneagrama no Ocidente. Ele também se aprofundou nos estudos do budismo tibetano e do zen.

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Claudio Naranjo tem dedicado sua vida à pesquisa e ao ensino em universidades como Harvard e Berkeley. Fundou o programa SAT, uma integração de Gestalt-terapia, o Eneagrama e Meditação para enriquecer a formação de terapeutas  professores. Neste momento, lança um alerta contundente: ou mudamos a educação ou o mundo vai afundar. - Você diz que para mudar o mundo é preciso mudar a educação. Qual é o problema da educação e qual é a sua proposta? - O problema da educação não é de forma alguma o que os educadores pensam que é. Acreditam que os alunos não querem mais o que eles tem a oferecer. Aos alunos vão querer forçar uma educação irrelevante e estes se defendem com distúrbios de atenção e com a desmotivação. Eu acho que a educação não está a serviço da evolução humana, mas sim da produção ou da socialização. Esta educação serve para adestrar as pessoas de geração em geração, a fim de continuarem sendo manipulados como cordeiros pela mídia. Este é um grande mal social, querer usar a educação como uma maneira de embutir na mente das pessoas um modo de ver as coisas que irá atender ao sistema e a burocracia. Nossa maior necessidade é evoluir na educação, para que as pessoas sejam o que elas poderiam ser. A crise da educação não é uma crise, entre as muitas crises que temos, uma vez que a educação é o cerne do problema. O mundo está em uma profunda crise por não termos uma educação voltada para a consciência. Nossa educação está estruturada de uma forma que rouba as pessoas de sua consciência, seu tempo e sua vida. O modelo de desenvolvimento econômico de hoje tem ofuscado o desenvolvimento da pessoa. - Como seria uma educação para a qual sejamos seres completos? - A educação ensina as pessoas a passarem por exames, não a pensarem por si mesmas. É um tipo de exame em que não se mede a compreensão e sim a capacidade de repetir. É ridículo, se perde uma grande quantidade de energia! Ao invés de uma educação para a informação, precisamos de uma educação que aborde o aspecto emocional e uma educação da mente profunda. Para mim parece que estamos presos entre uma alternativa idiota, que é a educação secular e uma educação autoritária, que é a educação religiosa tradicional. Está tudo bem separar o Estado e a Igreja mas, por exemplo, a Espanha, tem descartado o espírito, como se religião e espírito fossem a mesma coisa. Precisamos que a educação também atenda à mente profunda. - Quando você fala sobre a espiritualidade e a mente profunda o que quer dizer exatamente? Tem a ver com a própria consciência, com essa parte da mente da qual depende o sentido da vida. Está se educando as pessoas, sem este sentido. Tampouco é uma educação de valores, porque a educação de valores é demasiadamente retórica e intelectual. Os valores deveriam ser cultivados através de um processo de transformação pessoal e esta transformação está longe da educação atual. A educação deve também incluir um aspecto terapêutico. O desenvolvimento pessoal não pode ser separado do crescimento emocional. Os jovens estão muito danificados afetiva e emocionalmente pelo fato de que o mercado de trabalho esta absorvendo os pais que não têm mais disponibilidade para os filhos. Há muita carência amorosa e muitos desequilíbrios nas crianças. Não pode aprender intelectualmente uma pessoa que está emocionalmente danificada. O lado terapêutico tem muito a ver com resgatar na pessoa a liberdade, a espontaneidade e a capacidade de satisfazer seus próprios desejos. O mundo civilizado é um mundo domesticado, tanto a formação, quanto a criança, são instrumentos desta domesticação. Temos uma civilização doente que os artistas perceberam há muito tempo e agora cada vez mais pensadores, percebem também. -A educação parece interessada apenas em desenvolver as pessoas racionais. Que outras partes mais poderiam ser desenvolvidas? -Eu coloco ênfase de que somos seres com três cérebros: temos cabeça (cérebro intelectual), coração (cérebro emocional) e intestino (cérebro visceral ou instintivo). A civilização está intimamente ligada à tomada do poder pelo cérebro racional. No momento em que os homens predominaram no controle político, cerca de 6000 anos atrás, instaurou-se o que chamamos de civilização. E não é só o domínio masculino e nem só o domínio da razão, mas também a razão instrumental e prática, que se associa com a tecnologia; é este predomínio da razão instrumental sobre o afeto e a sabedoria instintiva, que nos tem empobrecido. A plenitude só pode existir em uma pessoa que tem os três cérebros ordenados e coordenados. Deste meu ponto de vista, precisamos de uma educação para os seres com três cérebros. Uma educação que poderia ser chamada de holística ou integral. Se vamos educar a pessoa como um todo, devemos ter em mente que a pessoa não é apenas razão. Ao sistema convém que cada pessoa não esteja em contato consigo mesma e nem que pense por si mesma. Por mais que se levante a bandeira da democracia, ele tem muito medo que as pessoas tenham uma voz e estejam conscientes. A classe política não está disposta a investir em educação. - A educação nos faz mergulhar em um mar de conceitos que nos separam da realidade e nos aprisiona em nossa própria mente. Como se pode sair desta prisão? Esta é uma grande questão, uma questão necessária, no mundo educacional. A ideia de que o conceitual é uma prisão, requer uma certa experiência de que a vida é mais do que isso. Para quem já tem interesse em sair da prisão intelectual, é muito importante ter disciplina para parar a mente, ter a disciplina do silêncio, como praticado em todas as tradições espirituais: cristianismo, budismo, yoga, xamanismo... Parar os diálogos internos, em todas as tradições do desenvolvimento humano, tem sido visto como algo muito importante. A pessoa precisa se alimentar de coisas a mais, do que conceitos. O sistema educacional quer aprisionar o indivíduo, em um lugar onde ele esteja submetido a uma educação conceitual forçada, como se não houvesse outra coisa na vida. É muito importante, por exemplo, a beleza...a capacidade de reverência, de admiração, de veneração e de devoção. Isto não tem a ver necessariamente com uma religião ou um sistema de crenças. É uma parte importante da vida interior que está se perdendo, da mesma forma que estão perdendo, belas áreas da superfície da Terra, a medida que se constrói e se urbaniza. - Precisamente, quero saber sua opinião sobre a crise ecológica que vivemos. Ela é uma crise muito evidente, é a ameaça mais tangível de todas. Você pode facilmente prever que, com o aquecimento global, com o envenenamento dos oceanos e outros desastres que estão acontecendo, muitas pessoas não poderão sobreviver. Estamos vivendo graças ao petróleo e consumimos mais recursos do que a terra produz. É uma contagem regressiva. Quando ficarmos sem o combustível, será um desastre para o mundo tecnológico que temos. As pessoas que chamamos primitivas, como os índios, têm uma maneira de tratar a natureza que não vem do sentido utilitário. Na ecologia, na economia e em outras coisas, temos dispensado a consciência e trabalhado apenas com argumentos racionais que estão nos levando ao desastre. A crise ecológica só pode ser interrompida com uma mudança pelo coração, com a verdadeira transformação que só um processo educativo pode dar. Com isto, eu não tenho muita fé nas terapias ou religiões. Só uma educação holística poderia evitar a deterioração da mente e do planeta. - Poderiamos dizer que você encontrou um equilíbrio em sua vida nesse momento? -Eu diria que mais e mais, apesar de eu não ter terminado a jornada. Eu sou uma pessoa com muita satisfação, a satisfação de ajudar o mundo que estou. Vivo feliz, se é que se pode ser feliz nesta situação trágica em que todos nós estamos. -A partir de sua experiência, da sua carreira e sua maturidade, como você processa a questão da morte? -Em todas as tradições espirituais aconselha-se, a viver com a morte ao lado. Você tem que chegar a essa evidência de que somos mortais, e que levar a morte a sério não será tão vaidoso. Não teremos tanto medo das coisas pequenas, quando temos uma coisa maior com que nos preocupar. Acredito que a morte só é superada para aqueles que de alguma forma, morrem antes de morrer. Precisamos morrer para a parte mortal, para a parte que não transcende. Aqueles que tem tempo, suficiente dedicação e que vão suficientemente longe nesta viagem interior, finalmente encontram seu verdadeiro Eu. Este ser interior ou este ser que é um, é algo que não tem tempo, e dá a uma pessoa uma certa paz ou um sentimento de invulnerabilidade. Estamos tão absortos em nossas vidas diárias, em nossos pensamentos de alegria, tristeza, etc...Não estamos em nós mesmos, não temos conhecimento de quem somos. Para isso, precisamos estar muito sintonizados com a nossa experiência de tempo. Esta é a condição humana, estamos vivendo no passado e no futuro, no aspecto horizontal de nossas vidas, porém, desatentos para a dimensão vertical da vida, para o aspecto mais alto e mais profundo, nosso espírito e nosso ser. E a chave para este acesso, é o aqui e o agora. Às vezes estamos em busca do 'Ser' e às vezes ficamos confusos em busca de outras coisas menos importantes, como o sucesso e a fama.

A EDUCAÇÃO QUE TEMOS ROUBA DOS JOVENS A CONSCIÊNCIA, O TEMPO E A VIDA

Quando ouvimos este psiquiatra chileno de 75 anos, temos a sensação de estarmos diante de Jean-Jacques Rousseau do nosso tempo. Ele nos conta que esteve bastante adormecido até os anos 60, quando se mudou para os EUA, se tornou discípulo de Fritz Perls, um dos grandes terapeutas do século XX, e passou a integrar a equipe de terapeutas do Instituto Esalen da Califórnia. A partir deste momento passou a ter profundas experiências no mundo terapêutico e espiritual. Entrou em contato com o Sufismo e tornou-se um dos introdutores do Eneagrama no Ocidente. Ele também se aprofundou nos estudos do budismo tibetano e do zen.

claudio-naranjo-1024x682

Claudio Naranjo tem dedicado sua vida à pesquisa e ao ensino em universidades como Harvard e Berkeley. Fundou o programa SAT, uma integração de Gestalt-terapia, o Eneagrama e Meditação para enriquecer a formação de terapeutas  professores. Neste momento, lança um alerta contundente: ou mudamos a educação ou o mundo vai afundar.

– Você diz que para mudar o mundo é preciso mudar a educação. Qual é o problema da educação e qual é a sua proposta?




– O problema da educação não é de forma alguma o que os educadores pensam que é. Acreditam que os alunos não querem mais o que eles tem a oferecer. Aos alunos vão querer forçar uma educação irrelevante e estes se defendem com distúrbios de atenção e com a desmotivação. Eu acho que a educação não está a serviço da evolução humana, mas sim da produção ou da socialização. Esta educação serve para adestrar as pessoas de geração em geração, a fim de continuarem sendo manipulados como cordeiros pela mídia. Este é um grande mal social, querer usar a educação como uma maneira de embutir na mente das pessoas um modo de ver as coisas que irá atender ao sistema e a burocracia. Nossa maior necessidade é evoluir na educação, para que as pessoas sejam o que elas poderiam ser.

A crise da educação não é uma crise, entre as muitas crises que temos, uma vez que a educação é o cerne do problema. O mundo está em uma profunda crise por não termos uma educação voltada para a consciência. Nossa educação está estruturada de uma forma que rouba as pessoas de sua consciência, seu tempo e sua vida.

O modelo de desenvolvimento econômico de hoje tem ofuscado o desenvolvimento da pessoa.

– Como seria uma educação para a qual sejamos seres completos?

– A educação ensina as pessoas a passarem por exames, não a pensarem por si mesmas. É um tipo de exame em que não se mede a compreensão e sim a capacidade de repetir. É ridículo, se perde uma grande quantidade de energia! Ao invés de uma educação para a informação, precisamos de uma educação que aborde o aspecto emocional e uma educação da mente profunda. Para mim parece que estamos presos entre uma alternativa idiota, que é a educação secular e uma educação autoritária, que é a educação religiosa tradicional. Está tudo bem separar o Estado e a Igreja mas, por exemplo, a Espanha, tem descartado o espírito, como se religião e espírito fossem a mesma coisa. Precisamos que a educação também atenda à mente profunda.

– Quando você fala sobre a espiritualidade e a mente profunda o que quer dizer exatamente?

Tem a ver com a própria consciência, com essa parte da mente da qual depende o sentido da vida. Está se educando as pessoas, sem este sentido. Tampouco é uma educação de valores, porque a educação de valores é demasiadamente retórica e intelectual. Os valores deveriam ser cultivados através de um processo de transformação pessoal e esta transformação está longe da educação atual.

A educação deve também incluir um aspecto terapêutico. O desenvolvimento pessoal não pode ser separado do crescimento emocional. Os jovens estão muito danificados afetiva e emocionalmente pelo fato de que o mercado de trabalho esta absorvendo os pais que não têm mais disponibilidade para os filhos. Há muita carência amorosa e muitos desequilíbrios nas crianças. Não pode aprender intelectualmente uma pessoa que está emocionalmente danificada.




O lado terapêutico tem muito a ver com resgatar na pessoa a liberdade, a espontaneidade e a capacidade de satisfazer seus próprios desejos. O mundo civilizado é um mundo domesticado, tanto a formação, quanto a criança, são instrumentos desta domesticação. Temos uma civilização doente que os artistas perceberam há muito tempo e agora cada vez mais pensadores, percebem também.

A educação parece interessada apenas em desenvolver as pessoas racionais. Que outras partes mais poderiam ser desenvolvidas?

-Eu coloco ênfase de que somos seres com três cérebros: temos cabeça (cérebro intelectual), coração (cérebro emocional) e intestino (cérebro visceral ou instintivo). A civilização está intimamente ligada à tomada do poder pelo cérebro racional. No momento em que os homens predominaram no controle político, cerca de 6000 anos atrás, instaurou-se o que chamamos de civilização. E não é só o domínio masculino e nem só o domínio da razão, mas também a razão instrumental e prática, que se associa com a tecnologia; é este predomínio da razão instrumental sobre o afeto e a sabedoria instintiva, que nos tem empobrecido. A plenitude só pode existir em uma pessoa que tem os três cérebros ordenados e coordenados. Deste meu ponto de vista, precisamos de uma educação para os seres com três cérebros. Uma educação que poderia ser chamada de holística ou integral. Se vamos educar a pessoa como um todo, devemos ter em mente que a pessoa não é apenas razão.

Ao sistema convém que cada pessoa não esteja em contato consigo mesma e nem que pense por si mesma. Por mais que se levante a bandeira da democracia, ele tem muito medo que as pessoas tenham uma voz e estejam conscientes. A classe política não está disposta a investir em educação.

– A educação nos faz mergulhar em um mar de conceitos que nos separam da realidade e nos aprisiona em nossa própria mente. Como se pode sair desta prisão?

Esta é uma grande questão, uma questão necessária, no mundo educacional. A ideia de que o conceitual é uma prisão, requer uma certa experiência de que a vida é mais do que isso. Para quem já tem interesse em sair da prisão intelectual, é muito importante ter disciplina para parar a mente, ter a disciplina do silêncio, como praticado em todas as tradições espirituais: cristianismo, budismo, yoga, xamanismo… Parar os diálogos internos, em todas as tradições do desenvolvimento humano, tem sido visto como algo muito importante. A pessoa precisa se alimentar de coisas a mais, do que conceitos. O sistema educacional quer aprisionar o indivíduo, em um lugar onde ele esteja submetido a uma educação conceitual forçada, como se não houvesse outra coisa na vida. É muito importante, por exemplo, a beleza…a capacidade de reverência, de admiração, de veneração e de devoção. Isto não tem a ver necessariamente com uma religião ou um sistema de crenças. É uma parte importante da vida interior que está se perdendo, da mesma forma que estão perdendo, belas áreas da superfície da Terra, a medida que se constrói e se urbaniza.

– Precisamente, quero saber sua opinião sobre a crise ecológica que vivemos.

Ela é uma crise muito evidente, é a ameaça mais tangível de todas. Você pode facilmente prever que, com o aquecimento global, com o envenenamento dos oceanos e outros desastres que estão acontecendo, muitas pessoas não poderão sobreviver.

Estamos vivendo graças ao petróleo e consumimos mais recursos do que a terra produz. É uma contagem regressiva. Quando ficarmos sem o combustível, será um desastre para o mundo tecnológico que temos.

As pessoas que chamamos primitivas, como os índios, têm uma maneira de tratar a natureza que não vem do sentido utilitário. Na ecologia, na economia e em outras coisas, temos dispensado a consciência e trabalhado apenas com argumentos racionais que estão nos levando ao desastre. A crise ecológica só pode ser interrompida com uma mudança pelo coração, com a verdadeira transformação que só um processo educativo pode dar. Com isto, eu não tenho muita fé nas terapias ou religiões. Só uma educação holística poderia evitar a deterioração da mente e do planeta.

– Poderiamos dizer que você encontrou um equilíbrio em sua vida nesse momento?

-Eu diria que mais e mais, apesar de eu não ter terminado a jornada. Eu sou uma pessoa com muita satisfação, a satisfação de ajudar o mundo que estou. Vivo feliz, se é que se pode ser feliz nesta situação trágica em que todos nós estamos.




-A partir de sua experiência, da sua carreira e sua maturidade, como você processa a questão da morte?

-Em todas as tradições espirituais aconselha-se, a viver com a morte ao lado. Você tem que chegar a essa evidência de que somos mortais, e que levar a morte a sério não será tão vaidoso. Não teremos tanto medo das coisas pequenas, quando temos uma coisa maior com que nos preocupar. Acredito que a morte só é superada para aqueles que de alguma forma, morrem antes de morrer. Precisamos morrer para a parte mortal, para a parte que não transcende. Aqueles que tem tempo, suficiente dedicação e que vão suficientemente longe nesta viagem interior, finalmente encontram seu verdadeiro Eu. Este ser interior ou este ser que é um, é algo que não tem tempo, e dá a uma pessoa uma certa paz ou um sentimento de invulnerabilidade. Estamos tão absortos em nossas vidas diárias, em nossos pensamentos de alegria, tristeza, etc…Não estamos em nós mesmos, não temos conhecimento de quem somos. Para isso, precisamos estar muito sintonizados com a nossa experiência de tempo. Esta é a condição humana, estamos vivendo no passado e no futuro, no aspecto horizontal de nossas vidas, porém, desatentos para a dimensão vertical da vida, para o aspecto mais alto e mais profundo, nosso espírito e nosso ser. E a chave para este acesso, é o aqui e o agora.

Às vezes estamos em busca do ‘Ser’ e às vezes ficamos confusos em busca de outras coisas menos importantes, como o sucesso e a fama.

Por: shakyamuni

117 Comentários

  • Materia excelente. Nos faz refletir e mudar conceitos. Parabéns!
    Gostaria de continuar recebendo material de vocês.
    Namastê

    Responder
  • Matéria Excelente,gostaria de continuar recebendo

    Responder
    • osmilde Miranda on

      Ótimo olhar sobre o sistema educacional. Pensei que era a única pessoa que dera conta deste problema no cerne o “Modelo de acumulação de conhecimento”. Portanto, espero que muitas publicações do gênero devem ser feitas mais vezes.

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  • Gostei muito e me provocou para muitas reflexões. Gostaría de receber mais textos relacionados.

    Responder
  • Elisabeth Cursino on

    Desejo receber as suas publicações.

    Responder
  • Beatriz Cordeiro on

    Adorei esta matéria parabéns, gostaria muito de continuar recebendo mais informações…Gratidão!

    Responder
  • Ótima!!!

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  • Muito boa a colocação, pertinente para os nossos dias!

    Responder
  • Compartilho das mesmas idéias de Naranjo. Recomendo, excelente leitura!

    Responder
  • Haydee Domingues on

    Muito valiosa a proposta, corresponde à expectativa de todo homem. Leva-o ao desenvolvimento em todos os seus aspectos, promovendo sua dignidade e consequentemente construindo a felicidade integral do ser!

    Responder
  • Antonio Souza on

    Adorei ler a matéria acima. Gostaria de receber por e-mail e, também, pelo facebook -Souza Antonio- artigos interessantes como esse. Abraços fraternos para todos.

    Responder
  • Tudo de bom!Excelente!
    Acompanho as idéias de Naranjo através do Alaor Passos que infelizmente não está mais entre nós.

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  • amei a matéria, e concordo com tudo que ele falou, vivemos em um mundo pequeno e mediocre….

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  • neusa ferreira da silva on

    Texto perfeito .
    Poucos nessas últimas décadas espacaram da doutrinação e imbecilização da educação que receberam desde o ensino fundamental até a universidade.

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  • Vera de Alcântara on

    Fundamental essa discussão principalmente no meio daqueles que se envolvem diretamente com a questão – nós, educadores… não apenas os professores, pedagogos etc, mas os pais, os gestores, a comunidade escolar e seu entorno.
    Achei o artigo muito interessante e gostaria de receber outros do mesmo autor para compartilhar. Muito legal a publicação… que venham outras!!!

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  • Que se abram as escolas com conceito “Naranjo”! Gênio

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  • Marcos Queiroz on

    Urge uma revolução na educação, a Finlândia já deu o ponta pé inicial…quando será que o PODER de mudar a educação enxergará a luzinha? Que tal uma educação menos utilitária e mais construcionista? Que tal formarmos mais cidadãos e menos profissionais para o “mercado”? Que sonho bom, com Políticos politicando em prol de uma sociedade mais justa e votando em leis por mais igualdade entre as castas?
    Tenho fé!

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  • Marcio Costa on

    Gostaria de receber mais matéria deste tipo

    Responder
  • Clarice Matsubara on

    Muito bom! Quero continuar recebendo artigos excelentes como esse! Parabéns e obrigada!

    Responder
  • Martha Costa on

    Me identifiquei com conteúdo do texto…sonho com atalhos na educação tradicional …possam ser incluídos uma matéria de “Expansão da coinsciência…” Dado de formas variadas desde danças circulares …ou exercícios para que as crianças saiam do mental e sintam a voz do seu Superior….Sem o esforço da busca e do fluir da espontaneidade da vida..impossível atingirmos plenamente a Felicidade e nossa evolução Espiritual…Sonhar…para atrair este novo espaço na educação de nossas crianças…gostaria de receber …notícias de Workshop …e palestras sobre este caminhar…Obrigada…

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  • Ivaneide Minozzo on

    Exelente materia que faz parte de uma experiencia de vida.ajuda a refletir e a mudar de atitude.

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    • Wilinton L. de Alcântara on

      Este é um dos mais importantes artigos sobre educação que já li. É uma reflexão profunda da necessidade de se repensar modelos educacionais ultrapassados e desenvolver-se programas que valorizem a Educação Integral. Parabéns ao editor do artigo.

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  • Admirado pela experiência e honestidade do Educador.
    Obrigado por compartilhar e clarear nossas mentes.

    Responder
  • Pelo que notamos tenho dificuldade em aceitar a Educação no sentido geral como nos é destinada. A Escola Ensina e a Família Educa. A este binômio podemos chamar Educação. A família vai de mala pior e a Escola Ensina cada vez menos – não por culpa dos professores, mas de comando. A escola, o ensino não pode dar lugar à bagunça. Escola de tempo integral com ensino academicista num período e ensino técnico noutro. O 1º há de ser geral e irrestrito; o 2º oferecido de modo amplo com todas as vertentes ou seja todas as possíveis formas de formação tecnológicas.

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  • Muito bom. Magnífico.
    Algo que deve ser partilhado, difundido, para que o mundo aprenda alguma coisa valorosa.

    Obrigada.

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  • Marcia Regina on

    Excelente! Traduziu minha forma de pensar atual. Procuro refletir neste objetivo, com meus alunos de ensino fundamental nas disciplinas de Arte e Religião.

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  • Parabéns pela matéria! Bem de a cordo com os projetos que estou iniciando no momento, tendo como referência a gestalt-terapia na qual possuo formação.

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  • Matéria incrível. Um psiquiatra maravilhoso e grande pensador. Eu, com meus meros 20 anos, já tenho passado um tempo refletindo sobre questões parecidas à respeito do nosso ensino e dos valores que temos hoje. Ler uma entrevista como essa certamente ilumina mais a mente.

    Parabéns também ao(à) entrevistador(a), pela escolha das perguntas. O bom jornalismo deve ser valorizado!

    Responder
  • Boa Tarde!! Execelente artigo, gostaria de receber material de vocês. obrigda! Lucimara

    Responder
  • Amei essa matéria, assunto interessante que poderá me ajudar no desenvolvimento do meu TCC

    Responder
  • Parabéns! Gostaria de receber outros materiais sobre educação.

    Responder
  • Gostei muito do texto, gostaria de receber mais.

    Responder
  • Maravilhoso! Seria muito bom se as escolas formassem seres pensantes e criativos! Gostaria de receber mais mensagens desse tipo! Gratidão!

    Responder
  • Valiosa demais essa matéria, nos traz reflexões profundas.

    Responder
  • Fernanda Lemos on

    Olá, gostei muitíssimo da entrevista! Só questiono se há uma incorreção com reflexão semântica na frase “é este predomínio da razão instrumental sob o afeto e a sabedoria instintiva que nos tem empobrecidos”? Obrigada pelo excelente trabalho. Luz!

    Responder
  • Leandro Rossi on

    Muito bom para refletir e que isso alcance nossos educadores para que eles mudem essa educação que só adestra e nos transforma em robôs para servir ao sistema não nos dando chance de despertar nossa consciência. A consciência de quem somos e o que viemos fazer aqui nesse plano material
    Acabamos sendo repetidores de condicionamentos deformantes e crenças limitantes e apenas levamos uma vida horizontal sem elevação consciencial alguma
    Devemos voltar para a prática da meditação e espiritualização desde cedo, Isso nos conecta com nossa verdadeira essência divina . Nos faz desenvolver a intuição que é nosso mental superior. Saímos desse mental inferior racional analítico governado pelo ego exacerbado e passamos à receber as intuições cognitivas da alma . Da nossa consciência divina
    Aí então teremos a percepção da unidade cósmica ,de que todos somos Deus em essência e que todos estamos conectados entre si e com essa Macroconsciência Cósmica de onde partimos e da qual somos parte. Só com esse despertar poderemos sair desse estágio de obscuridade em que estamos e entrarmos em harmonia .

    Responder
  • Leandro Pires on

    Palavras sábias.

    Responder
  • Educação é uma forma antiga e moderna de socialização, a relação educador aprendiz, tem sempre de ter a identificação como tal, respeito entre as partes e o despertar do interesse do educando, além do desafio no aprendizado isto é ensinar da forma que creio.

    Responder
  • Meire de Fátima Moralez on

    Como educadora, concordo plenamente com esta proposta de educação, e também acrescento o fato da necessidade de mudanças na formação profissional do educador.
    Desejo receber mais material sobre isso

    Responder
  • Sérgio Silva on

    Estou em sintonia com Cláudio Naranjo. Jesus, nos Evangelhos propõe uma Educação diferente da que temos… O que Naranjo fala da Educação do Espírito, da comunicação visceral e do coração, além do puramente racional (mente), faz-me lembrar do discurso intelectual do Estado Laico. Não existe Estado Laico, partindo do conceito que o Estado são as pessoas e as instituições (incluindo as religiosas), portanto o Estado somos nós (com as nossas religiões e espiritualidades). Uma vez que a liberdade religiosa e de expressão está garantida na nossa constituição e o proselitismo, a falta de respeito, o preconceito… são condenados. Pra que Estado Laico?

    Responder
  • A Seicho-No-Ie do Brasil através de seu departamento de Educadores realiza no País o CEEV – Ciclo de Estudos da Educação da Vida…tive a primeira aula ontem, 11/04/2015…e ao retornar para casa recebo este texto…Me sinto em paz por estar no bom caminho…Quem procura acha! PRECISAMOS FORMAR TALENTOS QUE DÊEM CONTINUIDADE AO TRABALHO. CERTAMENTE SEM O AMOR MAIOR NADA CONSEGUIREMOS. SOMOS TODOS UM….A PAZ.

    Responder
  • Silvana M de Moraes on

    Gostei muito do artigo . Gostaria de mais informações e contatos.
    Grata

    Responder
  • Gostaria de receber informações.
    Obrigada

    Responder
  • Francisco Salvador on

    De acordo com o pensamento.
    desejo receber mais publicações Vossas.

    Grato.

    Responder
  • Gostaria muito de receber mais publicações,me identifiquei com a linha de pensamento.
    Muito grata,Rosa.

    Responder
  • A Pedagogia Waldorf atende plenamente o que este sábio diz: uma educação que desenvolva o pensar o sentir e o querer que ele qualifica como os 3 cérebros.

    Responder
  • O fato de ver que existem pessoas que compartilham da nossa percepção é maravilhoso porque tira de nós o sentimento de solidão…texto maravilhoso!! _/\_

    Responder
  • Elaine Lovato on

    Excelente. Gostaria de receber outras publicações.

    Responder
  • Fatima Jovane de Melo Reck on

    Muito avançada e me sinto gratificada com sua visão da situação atual,sobre como está a nossa educação em seus diversos aspectos,hj tenho estudado muito e mudei minha postura tbm, em relação ao fazer pedagógico e concordo com a visão de que a educação tem que ter este pensar de forma holística e integral.
    Já ousei propor uma nova escola desprovida e separada de seu contexto físico material, paredes, sala de aula e vivenciei na prática com alunos caminhando na rua onde realizamos uma releitura deste ambiente.
    Realizar esta atividade demanda dedicação dos professores, mas o resultado é fantástico e para toda vida.
    Parabéns pelo texto maravilhoso, nos confortando de que ainda existe esperança quando tomamos conhecimento de há pessoas defendendo alternativas viáveis para nossa EDUCAÇÂO.

    Responder
  • Excelente matéria. Tem muita afinidade com a pedagogia logosófica, que é praticada nos Colégios Logosóficos.

    Responder
  • ROSANGELA MARIA IANK on

    Ótima matéria, gostaria de ver mais publicações como esta, que trata do tema “educação” de uma forma grandiosa e não como estamos vivenciando, onde está reduzida a padrões de comportamentos hipócritas.

    Responder
  • sebastião soares de mello on

    Linda matéria, gostaria de receber, se for possível, mais matéria a respeito do assunto em tela, e outros de ordem espiritual,sobre yoga meditação.Valeu

    Responder
  • Silvana Knauer on

    Ótima matéria, a educação necessita de pensadores deste nível. Que possamos ajudar a coloca-los em prática. Gostaria de receber outras publicações.

    Responder
  • Antônio Paulo Duarte on

    A Paz Mundial e o Outro Lado do Cérebro

    Parta do princípio de que a mente humana se subdivide em dois hemisférios, considerando a sua simetria natural, sendo um lado responsável pela energia racional, e o outro responsável pela energia intuitiva, energia universal.

    Esses dois sistemas apresentam-se com lógicas e dividem, por sua influência, a humanidade em duas linhas nítidas de pensamentos, palavras e ações.

    Parta, também, do princípio de que a inteligência humana é o dom da imaginação que dispomos em nós.

    Assim sendo, por falta do conhecimento desses princípios, encontram-se até hoje os homens com tendências definidas à miséria absoluta ou à fortuna absoluta, segmentos negativos de comportamentos dependentes e irreverentes entre si.

    O homem, encontrando-se com pouca imaginação, provoca ação e se equilibra com a posse ( o poder ), pois ele necessita ter para ser. Já o homem se encontrando com muita imaginação, basta-se a si mesmo e não sente a necessidade de posse ( do poder ). Não tem ação ou, se tem, tenta eternizá-la mediante o misticismo.

    Essas tendências equilibram-se entre si, tendendo a levar a humanidade ao caos, diante da ausência do desejo comunitário, por ser o “Desejo Comunitário” inversamente proporcional ao ego.

    Diante do que foi exposto, subentende-se que devemos desenvolver o outro lado, o lado contíguo do nosso cérebro, ou seja, se a nossa tendência dominante está no racional, devemos desenvolver o nosso lado intuitivo, e, se está no intuitivo, devemos desenvolver o nosso lado racional.

    Provocando essa ação, nós nos equilibraremos mais, nos direcionando no sentido da paz. Colaborando assim com a humanidade, teremos a certeza de um resultado significativo nesse sentido.

    Para tanto, propõe-se que “ O outro lado do cérebro “ deveria ser, simplesmente, praticado, em Escolas do Ensino Fundamental, pois, com simples testes, poderíamos detectar facilmente a tendência de uma criança e equilibrá-la com exercícios voltados para o desenvolvimento do lado contrário do seu cérebro.

    Se assim procedermos, a humanidade ganhará um maior equilíbrio e estaremos, concomitantemente, contribuindo para o seu encontro com a Paz Mundial.

    Antônio Paulo Duarte
    apauloduarte@hotmail.com

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  • Antônio Paulo Duarte on

    Prezado Dr. Claudio Laranjo,

    Foi com prazer e admiração que li o seu texto acima.
    Vi que coincidentemente vemos os mesmos defeitos na educação hoje imposta à humanidade, e vislumbramos, diante disso, as mesmas consequências.
    O texto acima foi por mim escrito, em meditação, daí lhe repassar na íntegra, sem nenhum acrescimo, para que o Senhor diante da sua experiência, se concordar, possa até desenvolvê-lo e torná-lo concreto, para o bem da humanidade.

    Antônio Paulo Duarte
    Arquiteto – 70 anos de idade

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    • shakyamuni Autor do post on

      Amigo Antonio, sou editor do blog e um mero fã de Claudio Naranjo, que é chileno. Traduzi esta entrevista q foi dada originalmente em espanhol. Pra vc se aproximar do trabalho dele, sugiro entrar na página do Facebook:
      Fundacion Claudio Naranjo Brasil

      Obrigado pelo contato e gostei muito da sua colocação. Abraço.

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  • Excelente contribuição! O conhecimento interior precisa ser incentivado para despertar uma reforma íntima. Sou coach, trabalho com desenvolvimento humano e observo que a construção de uma sociedade mais digna, começa na construção e fortalecimento do próprio Ser. O que precisamos é de um desenvolvimento de dentro para fora e não de fora para dentro. Matéria valiosa, gostaria de receber mais material como este por email. Obrigada! Priscila Bellizzi

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  • Grata.e gostaria de continuar a receber!!

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  • muito interresante. on

    gostaria de receber o material expresso

    Responder
  • Amei, pois, é o que eu sinto. A busca do ser e do ter deixa de lado o mais importante que é a vida em si. Pessoas que correm de um lado para o outro não conseguem ver o lada mais importante do ser humano o amor, a união e a convivência harmônica entre pais e filhos.

    Responder
  • Excelente matéria. informaçoes logicas

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  • Realmente vivemos hoje um momento crucial da civilização, transformada num contingente de endividados escravizados pelo consumo e recreação. No Brasil particularmente agrava-se o quadro por uma estrutura social e política onde foi extirpada a ÉTICA. Hoje carecemos de um tusiname de Ética,para ressurgir uma nova estrutura social política onde a Ética seja a pedra fundamental em todas as atividades, principalmente na formação da juventude.

    Responder
  • Maria Hortencia R. Ayres on

    Amei a matéria. Gostaria de continuar recebendo mais publicações. Gratidão.

    Responder
  • Mirna Vargas Munaier on

    Excelente matéria.É simplesmente o que precisa acontecer na Educação. Pena que haja tanta inconsciência com relação a esse assunto que infelizmente nunca desce dos palanques para se transformar no instrumento capaz de promover as mudanças radicais de que tanto o povo necessita.

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  • Paulo Ricardo Bartel on

    JUNTO DESTAS MUDANÇAS NAS FORMAS DE EDUCAÇÃO E DE SISTEMAS EDUCACIONAIS, AS ESCOLAS DEVERIAM SE MODIFICAR, UMA DAS PRINCIPAIS MUDANÇAS SERIAM OS ESTREITAMENTOS DESTA COM AS PRÓPRIAS COMUNIDADES QUE NA ATUALIDADE PARECEM ESTAR DISTANTES. OUTRA MEDIDA A CHAMADA DESTAS COMUNIDADES PARA COMPARTILHAR OS ACONTECIMENTOS, DECISÕES, ADMINISTRAÇÕES E DISCUSSÃO DE CONSTRUÇÕES DE CURRÍCULOS ESTES VOLTADOS SEMPRE AOS INTERESSES DOS ALUNOS. QUE ESTE ALUNO SEJA CONVIDADO A SER O PROTAGONISTA DESTA CAMINHADA CONJUNTA DE EDUCADOR-EDUCANDO. SEMPRE ATENTANDO COM O EMOTIVO, AFETIVO E ESPIRITUAL DO SUJEITO-ALUNO. IMPORTANTE RESSALTAR A IMPORTÂNCIA DE UMA CONSCIENTIZAÇÃO COLETIVA E AMBIENTAL. TENHO REALIZADO EXPERIÊNCIAS REALIZANDO PONTES ENTRE A ARTE-EDUCAÇÃO E A ARTETERAPIA QUE TRABALHAM PRINCIPALMENTE A EMOTIVIDADE, VALORES, IDENTIDADE E AUTO-ESTIMA.

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  • Fascinate…
    Perfeita colocação a respeito do ser em sua totalidade.

    obtigada.

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  • Gostaria de receber maus matérias como essa.

    Responder
  • Gostaria de receber os textos no meu email.

    Responder
  • Gostaria de receber mais textos deste género, no meu amil

    Responder
  • Adorei o texto, compartilho de muitas das ideias. Gostaria de ter acesso às demais publicações!

    Responder
  • Estamos cada dia mais doentes da alma….

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  • Artigo maravilhoso! Amei.

    “A educação que temos rouba dos jovens a consciência, o tempo e a vida”

    “Não pode aprender intelectualmente uma pessoa que está emocionalmente danificada”.

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  • Adorei a matéria, enfim alguém que pensa e vê os problemas educacionais como ele realmente se apresenta, sem mascaras e retoques para disfarçar a podridão social parabéns, gostaria muito de continuar recebendo mais informações…Grata.

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  • Marcia Azevedo on

    Suas palavras é do conhecimento da maioria dos professores, o difícil é a mudança da educação para isto acontecer, enquanto existe concurso para tudo onde é medido a acumulação de matéria. E o Prof.de Matemática e de Português são o mais visado para isto.
    Gostaria de receber mais textos.

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  • Gostaria de receber mais publicações!

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  • Naria Eugenia on

    Excelente matérias gostaria de receber mais publicações, concordo plenamente…

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  • Muito interessante a matéria, gostaria de continuar recebendo , pois é do meu interesse qto ao assunto educação.

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  • ” Só aquilo que somos verdadeiramente tem o poder
    de nos curar ”
    (YUNG)

    Adorei! Gostaria de receber matérias relacionadas a Educação e Espiritualidade no meu email. Agradecida

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  • O fato de saber que tem mais gente, pensando como eu, sobre como deve ser a educação, me deixa muito, muito feliz mesmo!

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  • Andrea Janos on

    Excelente matéria. Lucidez e profundidade. Muito bom.

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  • MARILDA DUARTE LAGE on

    Gostei muito,nao canso de ler,e como ampliar nossa mente..valeu demais..

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  • Poucos ainda são professores….muitos viraram “auleiros” ….. este texto deveria ser levado a todas escolas para ser lido, estudado, discutido….. quantas modificações possíveis…. basta quere. Gostaria de receber mais publicações. Obrigada.

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  • Lúcia Alves Paiva on

    A matéria é fundamental nos dias de hoje, pois o verdadeiro segredo da felicidade está em ter um interesse sincero por todos os detalhes da vida cotidiana. Parabéns. Gostaria de receber muito mais por email.

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  • Eu como estudante de Pedagogia, amei o artigo, fantástico.

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  • Gostei de vários textos. Gostaria de receber mgs.

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  • Textos maravilhosos!! Gostaria de receber mensagens para acompanhar novas postagens.

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  • maria margarida cruz on

    Gostaria muito de receber os textos no meu email,
    Obrigada. Bem Hajam.

    Responder
  • Fico mto feliz qdo leio livros, artigos, reportagens, entrevistas, de e com pessoas famosas, mto bem conceituadas tanto no âmbito da Sociedade qto da Educação. Sou Psicopedagoga e desde sempre meu trabalho está diretamente envolvido com PESSOAS – seja na Educação (Escolas- públicas e particulares,Família e Sociedade), seja no Trabalho em empresas de grande porte nacionais e transnacionais, dentro da área de Desenvolvimento dos Potenciais Humanos. Já publiquei 2 livros na área da EDUCAÇÃO (“Construtores do sucesso” e ” A Educação e a Arquitetura Humana” – ressignificando conceitos e processos educacionais para o novo século. Em ambos trago a proposta de uma EDUCAÇÃO HOLÍSTICA DO SER HUMANO.Isto é, de mudarmos o Foco da Educação como simples Transmissão de Conhecimentos ou Transferência de Informações, negando não só a capacidade de Raciocínio de nossos alunos, mas também sua característica de um Ser Humano por inteiro. Caso tenham interesse em se informar mais a este respeito meu livro foi publicado na Amazon tto na versão Gráfica qto na versão e-book. Lá poderão encontrar um resumo do que meu livro propõe e sua abrangência. Angela Alem

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  • Marisa Lawisch on

    Muito interessante, gostaria de receber mais material de voces

    Responder
  • Miria Ferreira de Souza Moreira on

    Parabéns, pela bela entrevista. Veio de encontro com minhas ideias. Achei que só eu viajava nos meus pensamentos. Sou educadora da educação infantil e a cada dia vejo as crianças deixando de ser crianças, pouca brincadeira criativa e muitas atividades com hora marcada e estresse puro. Gostaria muito de continuar recebendo suas postagens. Grande abraço. Míria Ferreira.

    Responder
  • Sem dúvida, um texto atual que levanta nossos principais questionamentos a respeito do rumo de nossa sociedade.

    Responder
  • Realmente precisamos inclina nosso olhar para dentro de nós mesmos e para cima, porque o exterior já está repleto de motivações fulgazes…

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  • Olá. Gostaria de receber suas publicações.

    Responder
  • Francisco de Assis Nobre Souto on

    Gostei muito da entrevista.Achei-a muito esclarecedora e rica na explicação do caos educacional existente.Gostaria de continuar recebendo informações desta natureza.

    Responder
  • Carlos Nolasco on

    Interessante. Pode de alguma maneira ser algo discutível, aliás como tudo, pode haver pontos de vista diferentes. No entanto, muito importante e realista.

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  • Carmo Andrade on

    Agradeço a entrevista. São assuntos que sempre me interessaram pois, como mãe e professora, ando ás vezes angustiada com a constatação de realidades assustadoras e parece que falo um idioma incompreensível. Agradeço o envio de novas informações.

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  • Maria Letícia Tetti on

    Como diz o ditado; A educação começa em casa.
    Desde a mais tenra idade,os pais começam educando, mesmo que não estão atentos para isso.Com o que dizem , com o que falam e com os exemplos. E como diz muito bem o autor;” o mundo está em uma profunda crise, por não termos uma educação voltada para a formação da consciência”.
    A formação da consciência engloba a espiritualidade que dá sentido a vida. E é isso que não é feito hoje, no sentido geral, quando se educa. A educação de hoje, não visa a dimensão vertical da vida, que é o espírito que é eterno e o sair fora de si, que dá o sentido da vida!
    Em síntese: hoje o homem vive como se Deus não existisse!

    Responder
  • “Educação é aquilo que a maior parte das pessoas recebe, muitos transmitem e poucos possuem.” Karl Kraus Querendo ou não a morte faz parte do nosso ciclo vital. É uma pena que não possamos desapegar mais deste mundo terreno e que a educação moderna não nos dê esperanças em um futuro mais promissor. Chega de consumismo, de aprendermos apenas a manutenção de um sistema selvagem, onde o mais esperto sempre leva vantagens, chega de educação sem prazer, sem rumo filosófico e espiritual. “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo. Paulo Freire

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  • Rosi de Lima on

    Maravilhosa Matéria !!!!
    Sou terapeuta e achei a matéria sensacional !!! Gostaria de receber seus textos, matérias e tudo mais.
    Muito grata !!!!

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  • Pingback: A EDUCAÇÃO QUE TEMOS ROUBA DOS JOVENS A CONSCIÊNCIA, O TEMPO E A VIDA | primeiro ciclo

  • A visão da terapêutica no ensino parece muito complicada, concordo que escola é lugar de sonhar, mas os pais têm que ter consciência que a educação é dever de casa e o ensino, da escola.
    Quanto a questão do espiritualismo, no meu ponto de vista, está intrinsecamente ligado à arte.

    Responder
  • Pingback: A educação que temos rouba dos jovens a consciência, o tempo e a vida. - Geledés

  • Jairo Comanetti on

    Se a unanimidade é burra, então é preciso contrariar, sempre. Esta entrevista está fraca e superficial, sem qualquer possibilidade de reconstrução efetiva ou criativa do aqui e agora da educação escolar. Considerando-se que além do pensar, existe o fazer, onde está o fazer neste artigo? Teorias existem aos milhares. O dia a dia tem demonstrado que elas perecem. O dia a dia é outro. A educação escolar está enfraquecida por diversas razões. A falta de espiritualidade, emoção, intuição, visão ou o que quer que venha a ser a ideologia, certamente não é uma delas, pois não faltam ideologias educacionais vindas do governo, dos intelectuais, das famílias…. Mas se hoje podemos perceber isso e podemos discutí-la, talvez seja porque também a educação, este tapete das lamentações, nos fortaleceu, quando antes não tínhamos nem mesmo isto. Em última instância, foi a educação, esta em crise e problemática, que possibilitou Naranjo chegar onde chegou, e que possibilitou os leitores e comentaristas a participar do debate. Ou seja, podemos navegar pelos confins da imaginação sem propor coisa alguma. É o que foi feito aqui, e o que estou fazendo. Em particular, com a educação, é feito por todos os lados e todos os dias, sem conhecimento de causa, sem experiência, sem história. Se a educação vai mal, falar sobre ela continua indo muito bem. 🙂

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  • Kátia Medeiros on

    Excelente, tenho pensado muito a respeito, estou lendo e assistindo documentários excelentes sobre o assunto. Um deles é “Educação Proibida” (disponível no youtube), um pouco longo, mas para quem se interessa pelo assunto, vale a pena.

    Responder
  • Sou pedagoga e acho imprescindível discutir-se os rumos atuais que a educação tomou, mas realmente, chegou a hora de buscarmos quais os caminhos práticos para se fazer a mudança necessária. Citar o nome de alguém (ou de quantos forem) que conseguiu sair vitorioso desse modelo educacional perverso atual também não prova uma pretensa eficácia do mesmo. Só mostra que existem infinitos níveis de mentes sempre em evolução e capazes de sobrepujar a pobreza do atual sistema. No entanto, um currículo ou conteúdo programático que levasse em conta as capacidades que cada estudante traz fisiologicamente falando, como um cérebro reptiliano ou operacional, o límbico emocional/criativo e as funções ligadas ao neo-córtex ou matemáticas/racionais, ajudaria muito a dar os primeiros impulsos para a orientação das jovens mentes. No entanto, aqui surge um novo impasse: criar cursos de aperfeiçoamento para que os professores se preparem para essa nova abordagem tridimensional. Eles próprios terão que começar a ver os conteúdos sob um novo prisma, muitíssimo mais amplo e dinâmico que o atual. A interdisciplinaridade e a funcionalidade são fundamentais nesse novo paradigma de forma que o educando incorpore e aplique em sua vida tudo que for sendo introduzido

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  • Essa teoria chama-se do “Cérebro Triúnico”, do autor Paul MacLean, de 1970 … sempre renegada pelos psicólogos e psicanalistas. O que será que houve agora? Acordaram?

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  • Pingback: A educação que rouba dos jovens a consciência, o tempo e a vida – entrevista com Naranjo | Corações & Mentes

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